domingo, 23 de maio de 2010

Tchê and me



Ele não é a minha cara??? srsrsr


Bom, fazia tempo que não aparecia por aqui ou falava sobre o Tchê, né? Mas aqui estamos novamente. Depois de cerca de 1 ano de Tchê longe de mim, morando com meus pais em Itatiba, tem muita história pra contar.

Resumindo, ele sofreu com a mudança, apesar da casa ser enorme e infinitamente maior do que o apê aqui de Sampa. E apesar também de todo mundo dizer que, pra ele, ia ser ótimo mais espaço para brincar.

Apareceram feridas nas patas, os pêlos caíram demais, teve épocas que ele comeu pouco ou quase nada, teve épocas que ele comeu muito até virar um cão-baleia.

Por lá, ele mudou a rotina. Aqui ele passeava de 2 a 3 vezes por dia, via pessoas, carros, cães.

Lá meu pai achou por muito tempo que o Tchê não precisava de passeio, já que tem quintal enorme para correr, piscina e afins...Mas o cão precisa de exercício, precisa de disciplina, precisa de rotina.

Mas, lá, mesmo que passeie, é dentro do condomínio ou no parque da cidade. Uma calmaria. Sem cães, sem gente, sem carros, sem caminhões.

Pode ser bom depois de acostumar. Mas ele estava acostumado com a cidade.

Tomou florais, remédios, passou pomadas.

Agora, 1 ano depois, parece estar, enfim, adaptado. Já é um cachorro mais preguiçoso e ao mesmo tempo mais cão de guarda. Como agora mora em casa, late mais e é menos educado. Faz xixi na grama, adora uma terra...rsrsrs

Me parece feliz.

Mas ainda precisa de uma namorada.

Alguém pode ajudar??? rsrsrs

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Nutry - O stress do cachorro sonâmbulo

terça-feira, 6 de abril de 2010

Cachorro que desapareceu após salvar tutor é encontrado nos Estados Unidos

Gente, esses animais são incríveis!!!

Direto do ANDA:

Um cachorro da raça Boxer salvou seu tutor da morte durante um assalto em Donna, no estado do Texas (EUA), levando um tiro em seu lugar. Depois de se jogar na frente de Leon Escalon, o animal fugiu com medo.

O boxer Buster, de 9 anos de idade, salvou a vida do seu tutor, o americano Leon Escalon (Foto: Reprodução/WFTV.com)

Buster, de 9 anos de idade, correu depois de levar o tiro no lugar de seu tutor e foi considerado morto pela família.

Trisha Cisneros, tia de Escalon, sempre acreditou que o animal estivesse vivo. Assim, espalhou cartazes pela cidade em busca do boxer.

Dois meses depois do acidente, Buster foi encontrado com vida numa cidade próxima. Assim que viu Leon Escalon, o cachorro pulou em seu colo.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Dica do Dog - Remédio na banana

Olha, eu não sei quanto a vocês, mas a minha labradora - a Luna - ODEIA tomar remédio, de qualquer tipo que seja, principalmente os comprimidos! E o pior é que parece que a bichinha sabe que eu tô dando remédio...

Se coloco no meio da comida, a palhaça lambe o pote e deixa só o comprimido lá dentro. Se coloco guela abaixo, ela finge que engoliu e depois dá uma cuspidinha e o remédio tá la, inteirinho. Se eu for dar na mão então, ela cheira e ignora.

Foi daí então que eu descobri a BANANA! Peguei um pedacinho generoso, fiz um buraquinho e coloquei o remédio no meio. Chamei a fofinha...ela abocanhou e - glup - engoliu sem ao menos mastigar!!! A-d-o-r-e-i! Gente, funciona muiiiiiiiiiito bem...até o dia em que ela descobrir que está sendo "enganada".

Preciso dar um remédio pra ela por um mês e eu fiquei meio sem bananas....tive que economizar e da última vez que fui dar, ela percebeu o golpe...abocanhou a banana e depois jogou no chão. (Claro que eu outro cão não ligou nem um pouco e foi lá e comeu a banana com remédio - bom que ele já faz o tratamento tb...rs).

Agora a bichinha tá desconfiaaaaaaaada! Tentamos o golpe da banana de novo. Desta vez ela comeu toda a banana e deixou o remédio...Até com outras coisas ela anda cabreira. Fui dar uns pedacinhos de pera pra eles e ela pegou todos de uma vez na boca e levou para a casinha pra jogar no chão e conferir se não tinha nenhum objeto estranho....Como é safada!!!!! rs

Bom, vou dar um tempo e tentar a banana de novo...E vocês? Como fazem para o bichinho tomar remédio?

=p

Projeto que limita circulação de cães e reprodução de pit bulls divide opiniões

E você, o que acha disso?

Direto do G1:

Um projeto de lei envolvendo cães considerados agressivos está gerando polêmica e dividindo opiniões de especialistas e donos. A proposta do senador Valter Pereira (PMDB), que ainda não foi aprovada pelo Senado, pretende limitar a circulação de 17 raças de cães, exigindo que eles só sejam levados a locais públicos com focinheiras, coleiras e guia. O projeto proíbe também a reprodução de cães da raça pit bull.

Se for aprovado, o projeto, que aguarda julgamento na Comissão de Constituição e Justiça, veda a circulação dos cães de algumas raças em locais públicos sem coleira e focinheira. O descumprimento dessa determinação leva à apreensão do animal, que só será liberado após pagamento de multa de R$ 100.

São considerados cães de guarda “perigosos”, segundo o projeto, os cachorros das raças rottweiler, fila brasileiro, pastor alemão, mastim, dobermann, pit bull, schnauzer gigante, akita, boxer, bullmastiff, cane corso, dogo argentino, dogue bordeaux, cão das montanhas dos pireneus, komondor, kuvasz e mastiff.

“Já existem leis estaduais que restringem a circulação de cães de grande porte sem coleira e focinheira, mas as penas do Código Penal só podem ser aplicadas se a lei for federal. Por isso é necessária uma legislação nacional”, diz Valter Pereira ao G1. O senador conta que foi inspirado por casos de ataques de cães noticiados pela mídia. A lei proposta por ele dispõe sobre a responsabilidade civil e penal dos proprietários sobre os eventuais danos causados por seus cães.

O projeto prevê ainda a proibição da reprodução de cães da raça pit bull, sob pena de detenção de um a quatro anos para o dono do animal. Para Enrico Ortolani, professor do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da Universidade de São Paulo (USP), o controle populacional é correto, mas é uma lei de difícil fiscalização. “Pessoalmente, como veterinário, sou a favor de castrar pit bulls para evitar sua multiplicação. Na prática, no entanto, acho essa uma lei difícil de ser fiscalizada.”

O pit bull, segundo o que explica o veterinário, é uma raça híbrida criada especialmente para ser rigososa. “A raça tem toda a região da face com uma musculatura forte e com uma pegada mais forte do que qualquer outro cão. É um animal que tem muita massa muscular nos membros dianteiros, no pescoço, e dentes afiados”, afirma.

Já no que diz respeito às outras raças, Ortolani afirma que o comportamento do animal depende pouco de seu instinto, e muito do condicionamento a que é submetido. “As raças caninas não são homogêneas, ou seja, há cães de raças dóceis, como o labrador, por exemplo, que podem fugir do padrão da raça. Um animal se torna violento um pouco por instinto, e muito por condicionamento. Há donos que trabalham o cão para a agressividade e o animal pode fugir do controle, com reações inesperadas às vezes contra o próprio dono”, diz o especialista.



Para Dárson Astorga De La Torre, assessor jurídico da Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC), são as pessoas que devem ser responsabilizadas pelas ações de seus cães, e não os cães em si mesmos. "Os cães, animais inteligentes que são, respondem ao estímulo de seus donos, razão por que, por uma questão natural de justiça, deve-se observar que o grande e verdadeiro problema está no homem, e não no cão", afirma.


Ainda de acordo com De La Torre, "várias das raças tidas como agressivas no projeto são, na verdade, grandes auxiliares, "inclusive do poder público, em tarefas dificílimas, tais como salvamentos, identificação de contrabandos, inclusive de armas de fogo, químicas ou biológicas, de resgate de pessoas em situação de perigo e de defesa. A referida lista não poderia existir, porque infundada e irrazoável."

domingo, 4 de abril de 2010

Para voltar a andar, cachorro recebe pata mecânica de R$ 19 mil

Olha gente, que máximo! Bom, o valor que é um pouco salgado, né?

Direto do G1:


Blade, um cachorro da raça Rottweiler, sofria de artrite em três patas e mal conseguia andar. Elaine Tilson, de 64 anos, então reuniu todas suas economias e pagou a cirurgia de implantação de uma parta mecânica para seu animal no valor de sete mil libras, cerca de R$ 19 mil.


O cachorro de 7 anos mora com a veterinária em Surrey, na Inglaterra, e foi submetido a uma cirurgia inovadora no mundo animal. Blade passou por ressonância magnética e tomografia computadorizada para que a equipe médica pudesse projetar os ossos da pata, substituídos por implantes metálicos.

Segundo Elaine, Blade agora pode brincar e pegar os jornais pela manhã, como qualquer outro cachorro de estimação.